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O fim da música?

Tendo como fonte o Blog do amigo “twittiano” @ocktock, o Tocks do Ock-Tock, gostaríamos de mostrar pra vocês um texto de Nelson Motta (todo mundo conhece, né?), falando sobre

“O Fim da Música”

Segue abaixo o texto de @ocktock, com link para a matéria de Nelson Motta

Recebi da Claudia Simas, blogueira, twitteira e tijucana (esses dois últimos não são, praticamente, uma redundância?) um texto do Nelson Motta que ele escreveu em sua coluna do jornal O Globo – o texto em si não pode ser lido no site por não-assinantes do jornal, mas você pode conferi-lo clicando aqui. Nelson aborda um assunto que eu e Leandro Bulkool já havíamos comentado por alto na Máquina do Tempo: a velocidade e quantidade de músicas de hoje em dia não dão mais espaço para que canções tornem-se “clássicas”.

Quando se fala em “clássicos do rock”, eu me lembro logo de grandes monstros do estilo: Beatles, Stones, Sabbath, Purple, Rush, Queen… No Brasil, as mais famosas dos anos 70 e 80, de Mutantes a Legião Urbana. É praticamente obrigatório ouvir obras como Sgt. Peppers, Satisfaction, Smoke on the Water, Paranoid, Tom Sawyer, Love of My Life entre tantas outras antes de morrer. Reparou, no entanto, como essas músicas são dos anos 80 pra trás? Não me lembro de outra música após Semels Like Teen Spirit, do Nirvana, que tenha virado o hino de uma geração ou movimento musical, algo que tenha unanimamente sobrevivido nos corações dos rockeiros após passar o calor da novidade de seu lançamento.

Quando eu era moleque, gravar uma música e entrar numa gravadora para fazer um disco era quase que entrar para uma seita secreta – ninguém fora do meio sabia direito como funcionava a coisa, de onde vinha o vinil que chegava às lojas. Na minha adolescência, os estúdios de gravação mais “fundo de quintal” (literalmente) cobravam suas horas em dólar e as bandas se viravam para conseguir gravar suas fitas Demo em K7 com qualidade para vender em seus shows. As inovações tecnológicas de hoje em dia permitem que qualquer um grave suas músicas com excelente qualidade em casa mesmo e a Internet, mais veloz que a luz, o pensamento ou a dor de barriga, espalhem sua obra para todo o mundo num piscar de olhos. Isso nos traz duas conseqüências:

  • Muita gente produzindo muita música ao mesmo tempo, de qualidade variada, gerando muito joio a ser separado do trigo
  • O “consumidor” de música, principalmente aquele que não conheceu o mundo sem Internet, passa a “consumir” em maior quantidade e sem prestar atenção em cada canção – é como se ele enchesse o garfo exageradamente e engolisse tudo sem mastigar ou mesmo querer saber direito o que está comendo. A música perdeu um pouco seu “estado de arte” e tornou-se cada vez mais um produto a ser… Como vou dizer… Consumido!

Esses dois fatores fazem com que a música torne-se rapidamente perecível – é preciso ouvir, conhecer e digerir rápido, porque aí vem muito mais música por aí para ouvir, conhecer e digerir! O agravante da moda (ou hype, já que é a palavra da… hã… moda) ainda faz com que várias músicas soem muito parecidas, pois seguem o estilo dessa moda. Não pense que isso está restrito ao rock não: a MPB, o samba, o funk carioca, o brega… Esses fatores afetam a todos, independente da sua preferência musical!

Amantes da música, segue aqui o conselho que eu mesmo venho tentando seguir: puxe o freio de mão. Descobrir novos sons é sempre legal, mais ainda quando é um som que você gosta. Sendo assim, curta esse som, deguste, saboreie, aprecie. Mamãe já ensinava que é feio encher a colher e a boca pra comer; siga os mesmos conselhos para seus ouvidos. Tem muita gente de talento naufragada nesse mar de música digital que podem ter mandado novos clássicos dentro de garrafas boiando por aí, sem chegar a lugar nenhum.

http://ocktock.com.br/?p=1829

Mallu Magalhães e o Fantasmão

A mídia tradicional ajuda a alimentar o hype da conta, mas ignora os “artistas da internet” que surgem na periferia

Por Ronaldo Lemos Imagem Rafael Goldchain


Não há dúvidas de que Mallu Magalhães deve muito à internet por ter se tornado uma das cantoras mais conhecidas do Brasil. Até meados de janeiro de 2009, suas músicas foram ouvidas mais de 2,5 milhões de vezes no MySpace. Mas é importante notar que o sucesso de Mallu deve muito também à “mídia tradicional”. O hype iniciou-se na rede, por exemplo através do blog do amigo Lucio Ribeiro, e depois continuou por jornais e televisão. Em janeiro de 2009 era possível encontrar matérias sobre a pequena notável na maioria dos grandes diários (Estadão, O Globo, Zero Hora, JB etc.). Além disso, sua presença na TV, mãe de todas as mídias no Brasil, também se tornou constante, tanto nos canais abertos quanto fechados.

Assim, Mallu é uma artista “da internet”, mas é também uma artista “da mídia” (e não há nada de negativo nisso!). O curioso é que existem outros artistas “da internet” que não atraem praticamente nenhuma atenção da mídia, apesar de atingirem proporções similares ao hype da jovem cantora (e muitas vezes públicos maiores do que o dela). Esse fenômeno acontece principalmente na música das periferias no Brasil. Graças à acelerada inclusão digital trazida “de baixo para cima” pelas lan houses, faz já algum tempo que as periferias brasileiras estão conectadas à rede. E, com isso, o fenômeno do “artista de internet” também chegou por lá, talvez com mais velocidade, frequência e público do que no “centro”.

Leia a matéria completa aqui

Bleffe vai bem no Palco MP3 – Obrigado!!!


Com Perfil montado no Palco MP3 desde 28/08/2004, o Bleffe acaba de ultrapassar 25 mil visitas (25300 até a horário desse post), e, o mais legal, acabamos de conquistar o primeiro lugar entre as bandas de Pop Rock do Rio de Janeiro mais acessadas em TODA A HISTÓRIA do Palco MP3, fundado em 2003.

É um orgulho muito grande pra nós. Não cansamos de agradecer…brigadaço!!!!

Twitter – Nova Febre da Internet mobiliza Programadores

O Twitter é uma ferramenta simples, porém genial. Facilitou muito publicar seus pensamentos e seu dia a dia na internet (através do próprio site, programas instalados em seu computador ou até mesmo pelo celular). Ficou fácil também acompanhar o que as pessoas que você gosta estão pensando/fazendo.

Você gera conteúdo e acompanha conteúdo que lhe interessa, tudo em um só lugar.

Também é um lugar de interação e novas amizades, contatos e afins.

Clicando aqui você encontra 31 ferramentas de uso dessa que é a mais nova febre online.

Divirta-se!!

Ahh, siga o Bleffe no Twitter… rs